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O gerente-executivo do Pré-Sal da Petrobras, José Formigli, afirmou que a produção em águas ultraprofundas na Bacia de Santos é economicamente viável mesmo que o preço do petróleo, que ultrapassou US$ 140 por barril, caia para US$ 35. De acordo com ele, o projeto-piloto, que prevê produção diária de 100 mil barris de óleo e 3 milhões de metros cúbicos de gás natural a partir de 2010, demonstrou que pode ser executado.

A Petrobras pretende iniciar ainda este ano a licitação de partes das primeiras plataformas que serão instaladas no campo de Tupi, a primeira reserva no pré-sal que entrará em produção. Outro poço abaixo da camada de sal na Bacia de Santos começará a ser testado em setembro. É uma jazida situada no único bloco em que a Petrobras não é majoritária. A estatal brasileira possui 30%, enquanto a Exxon Mobil e a Amerada Hess detêm 40% cada uma. Para começar a prospecção nessa área, a Exxon trará uma sonda
especial.

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