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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou a liberação de preços para todas as tarifas de voos internacionais. De acordo com decisão da diretoria do órgão regulador, a flexibilização acontecerá de forma gradual ao longo dos próximos nove meses. Até julho, o valor mínimo fixado para os bilhetes poderá baixar 20%. Nos três meses seguintes, o desconto pode aumentar para 50%. Depois, o abatimento pode chegar até 80%. Em abril de 2010, não haverá mais exigência de preço mínimo.

“A liberdade tarifária é uma aliada no combate à crise e ajuda a manter o grau de ocupação das aeronaves com a redução nos preços. Ganham as companhias e ganha o consumidor”, afirmou a diretora da Anac, Solange Vieira. Na avaliação do diretor de Serviços Aéreos da agência, Marcelo Guaranys, haverá uma queda nas tarifas para Estados Unidos e Europa a curto prazo.

Segundo pesquisa da Anac, voar de outros países para o Brasil é mais barato do que do Brasil para o exterior. Um bilhete de ida e volta de Nova York para São Paulo custa US$ 425 se comprado nos Estados Unidos. No Brasil, a passagem sai por US$ 786 – um valor 85% maior.

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