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O governo já traça sua estratégia para o leilão da construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, previsto para acontecer entre outubro e novembro. Tal como ocorreu com as usinas do Rio Madeira (Santo Antônio e Jirau), as empresas da gigante estatal Eletrobrás – Chesf, Eletronorte, Eletrosul e Furnas – deverão entrar na disputa, juntas ou separadas. O projeto exigirá investimentos de R$ 11 bilhões (US$ 6 bilhões).

Com capacidade prevista para 11.233 megawatts, a usina é uma obra considerada como fundamental pelo governo para assegurar o abastecimento de energia para os próximos anos. “A Eletrobrás vai cumprir o que o governo determinar. Se para assegurar a competição for importante a participação com quatro empresas, será com quatro. Se for com apenas uma, será assim”, disse José Antônio Muniz Lopez, presidente da estatal.

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