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Quando começou a ser projetada, em 2006, a usina hidrelétrica de Baguari, em Minas Gerais, tinha a previsão de gastar R$ 31 milhões (US$ 18 milhões) em programas para minimizar os impactos ambientais da obra. Esse valor, no entanto, teve que ser duplicado para que a central pudesse ficar pronta nesta quinta-feira (22 de outubro). Foram R$ 61 milhões (US$ 36 milhões) – cerca de 10% do valor total do empreendimento – gastos em 38 programas, como de resgate de animais e de preservação arqueológica.

Localizada no Rio Doce e com capacidade de gerar 140 megawatts, o suficiente para abastecer uma população de 400 mil pessoas, a usina é administrada por um consórcio formado pelas empresas Neoenergia (51%), Cemig (34%) e a estatal Furnas (15%). Essa parceria antecipa uma provável união para disputar o leilão, previsto para dezembro, de outra hidrelétrica de porte bem maior: a de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, cujo investimento inicial está orçado entre R$ 16 bilhões (US$ 9 bilhões) e R$ 31 bilhões (US$ 18 bilhões).

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