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De um lado, um navio japonês. De outro, o barco da Organização Não-Governamental Sociedade dos Pastores do Mar. As imagens desse confronto, ocorrido na Antártica, rodaram o mundo esta semana. No centro do embate, denúncias sobre a caça predatória de baleias.

A embarcação japonesa pertence ao Instituto de Pesquisas de Cetáceos do Japão, acusado por ambientalistas de ser uma fachada para a matança de baleias. Tripulantes do navio lançaram jatos d’água contra lancha da Sociedade dos Pastores do Mar. Pouco depois, houve um choque entre os dois barcos. O dos ecologistas ficou danificado e afundou, deixando uma pessoa ferida.

O instituto, mantido pelo governo japonês, divulgou nota afirmando que a ação dos ambientalistas ameaçava a vida dos tripulantes e atrapalha as pesquisas com baleias. A ONG rebateu dizendo que as “pesquisas” são uma forma de encobrir a caça comercial de cetáceos, proibida desde 1986. No Japão, a carne de baleia é consumida em restaurantes e até vendida em supermercados como alimento enlatado.

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