Notícias sobre Regulação


O governo do estado de São Paulo realizou, no fim do ano passado, uma pesquisa telefônica com mil cidadãos para saber sua opinião sobre a lei antifumo. Nada menos do que 94% do total se mostraram a favor, e mesmo entre os fumantes o índice de aprovação foi de 87%. Afinal, até os fumantes são beneficiados: segundo um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), os trabalhadores fumam 30% mais se permitido fazê-lo no ambiente de trabalho.

Além disso, foi divulgado um estudo da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, segundo o qual o número de ataques cardíacos foi reduzido em 26% após a adoção das leis em 11 regiões de Estados Unidos, Canadá e Europa. Outro estudo, da Universidade da Califórnia, mostra uma redução de 17% dos ataques cardíacos no primeiro ano de vigência de leis antifumo em regiões da América do Norte, Escócia, Irlanda e Itália, chegando a 36% após três anos da lei.

No Rio de Janeiro, vários grupos já mostraram sua aprovação à nova lei, como o Sindicato dos Garçons, Barmen e Maîtres do Estado do Rio. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), garçons não fumantes expostos à fumaça de cigarro em seu trabalho têm o dobro de chances de desenvolver câncer em relação aos garçons que trabalham em ambientes livres do fumo.

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