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Projeto que reúne mais de 2.700 cientistas de 80 países, o Censo da Vida Marinha calcula que a quantidade de grandes peixes e de mamíferos aquáticos diminuiu cerca de 90% desde que os registros começaram. Entre as espécies ameaçadas estão a baleia azul, a tartaruga marinha e até pássaros como o albatroz.

De acordo com o estudo, também houve declínio no volume existente de fitoplânctons, microscópicos seres submarinos que alimentam a maioria dos frutos do mar ingeridos pelo homem. No trabalho, os cientistas observam o fundo do mar, ouvem depoimentos de pescadores, coletam dados arqueológicos e pesquisam informações históricas.

"Só existem hoje pouquíssimas áreas do mundo onde o oceano não foi impactado pelo homem", afirma Ron O’Dor, um dos cientistas que coordenam o Censo. Apesar dos dados preocupantes, ele acredita que nem tudo está perdido: a pesquisa estima que há cerca de um milhão de espécies no oceano – 250 mil já foram encontradas pelos estudiosos e 750 mil ainda estão por ser descobertas.

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