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Com o crescimento da indústria do petróleo no Brasil, ofertas de empregos com salários mais altos e planos de carreiras promissores têm provocado um desfalque no quadro de técnicos e especialistas da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Dos 382 funcionários nomeados depois de concurso em 2005, 26 nem tomaram posse e 84 já pediram demissão – um total de 110 abandonos.

Além da iniciativa privada, as principais fontes de atração desse pessoal são outros empregos em estatais que pagam melhor e que oferecem mais chances de ascensão profissional, como a Petrobras e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). Assim, mesmo quem é aprovado em concurso para a ANP continua estudando para entrar em outras empresas públicas por meio de provas.

Os vencimentos iniciais de técnicos e especialistas da agência – entre R$ 2.122 (US$ 1.200) e R$ 6.044 (US$ 3.415) – não são considerados baixos e equivalem ao que é pago pela Petrobras, por exemplo. No entanto, na estatal do petróleo as chances de crescer na empresa são maiores e, além do salário, há uma série de benefícios aos funcionários, como participação nos lucros e auxílio no pagamento da educação dos filhos.

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