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O Greenpeace Brasil acaba de lançar o atlas Mar, Petróleo e Biodiversidade – A geografia do conflito. Ao cruzar dados dos ministérios do Meio Ambiente e de Minas e Energia, a ONG constatou que 44% da extensão da zona marinha brasileira é considerada área prioritária para preservação, mas só 2,57% desse total já foram transformadas em unidades de conservação federal. No entanto, 8,77% de áreas que deveriam ser transformadas em zonas de proteção da biodiversidade viraram locais para exploração de petróleo e gás.

“Nossa proposta é que seja feito um reordenamento territorial marinho para que a riqueza possa ser explorada de forma sustentável. Os recursos vivos marinhos precisam de espaço e tempo para se recuperar dos impactos a que estão sendo submetidos”, explicou Leandra Gonçalves, uma das autoras do atlas.

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