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Há um consenso entre profissionais de saúde que o fumo faz mal à saúde. Mas o prejuízo pode ser muito maior se o cigarro consumido for de origem contrabandeada. Foi o que comprovou exame realizado no ano passado pelo perito Edmundo Felipe Braun, da Academia de Polícia de São Paulo. Em uma avaliação dos componentes de pelo menos 20 marcas encontradas no mercado clandestino, foram encontrados pedaços de barbante, grãos de areia, partes de insetos, capim, sementes de ervas e plástico.

Também foram constatados teores de alcatrão, nicotina e monóxido de carbono acima dos teores permitidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). E não é só: a perícia verificou a presença de dois tipos de inseticida – endosulfan e permethrin –, cuja utilização é proibida no Brasil.

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