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O Brasil vai investir na formação de mão de obra especializada na pesca em alto mar, onde há espécies de grande valor comercial, como o atum. “O país só atinge atualmente 2% da cota estabelecida de pesca de atum no Atlântico. É um peixe muito valorizado no mundo e podemos nos tornar exportadores”, afirmou o ministro da Pesca, Luiz Sérgio.

No início do mês, foi assinado um convênio entre o Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (Senai) e uma consultoria técnica japonesa para formar 400 pescadores especializados em atuar no alto-mar. Diferentemente da pesca com redes, mais empregada no Brasil, a técnica utilizada longe da costa utiliza um conjunto com até 3 mil anzóis monitorados por computadores. Os peixes são capturados de cerca de 300 metros de profundidades e congelados nos próprios barcos a 60 graus Celsius negativos.

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