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Um dos principais destinos turísticos do Brasil, a praia de Porto de Galinhas, no litoral de Pernambuco, recebe cerca de 1 milhão de visitantes por ano, atraídos por suas praias e piscinas naturais – áreas cercadas por recifes e repletas de peixes. Mas essa movimentação intensa provoca impacto. Estudo da Universidade Federal de Pernambuco indicou que, nas áreas onde é maior a presença de banhistas e barcos, há uma redução de 55% na existência de microcrustáceos e de 11% na variedade de peixes.

A pesquisa foi realizada no recife mais visitado, que fica a 150 metros de areia. Nele, há um trecho em que o acesso é fácil e outro, isolado por boias e cordas, em que é proibida a presença de banhistas. Para evitar estragos maiores, a circulação de pessoas limita-se a apenas a 20% dos 260 mil quilômetros quadrados da bancada de recifes de Porto de Galinhas.

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