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O cigarro é o produto mais falsificado no Brasil, segundo balanço sobre a pirataria divulgado pelo Ministério da Justiça. Este ano, as apreensões aumentaram 32%, chegando a 4,52 milhões de pacotes – sem contar os meses de novembro e dezembro. Depois do cigarro, os itens mais adulterados são, na ordem, combustível, equipamentos de informática e bebidas.

De acordo com o balanço, o total de apreensões de produtos piratas deverá chegar a R$ 1,7 bilhão este ano, 34% a mais do que em 2010. Em seis anos, o valor de mercadorias recolhidas por órgãos de fiscalização triplicou. No entanto, o esforço parece pequeno diante das estimativas de perda com as falsificações: R$ 30 bilhões em impostos, pelos cálculos do próprio governo.

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