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Diante da falta de oferta de novas áreas para exploração no Brasil, provocada por mais de quatro anos sem licitações de blocos de petróleo no país, empresas privadas brasileiras já buscam alternativas no exterior. Petrolíferas como OGX, Petra Energia, HRT e PetroRecôncavo investem em  países da América Latina, África e Ásia.

Com participação em 21 blocos na região amazônica, além de mais três em outras áreas do país, a HRT tomou o rumo da África em 2010 e adquiriu 12 blocos na costa da Namíbia. É uma localização considerada muito promissora por ter condições geológicas similares às da área onde foi descoberto o pré-sal no Brasil.

A Petra estuda oportunidades em seis países da Ásia e 12 da África. Na região Sul do Saara, a empresa comprou uma área e já iniciou os estudos sísmicos. No continente asiático, há interesse em disputar licitações para prospectar petróleo e gás no Afeganistão e Tajiquistão.

Regiões da Colômbia são alvo de investimentos da OGX, do bilionário Eike Batista, enquanto a PetroRecôncavo estuda a participação em leilões de campos maduros no Peru.

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