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Golfinhos da espécie nariz-de-garrafa são o foco de um projeto de preservação no litoral do Rio Grande do Sul. Os cetáceos, que vivem no encontro das águas do Oceano Atlântico com a Lagoa dos Patos, são identificados e monitorados por biólogos, oceanógrafos e estudantes da Universidade Federal do Rio Grande dos Sul (UFRS).

Embora a região ofereça fartura de alimento aos golfinhos, há graves ameaças à vida desses mamíferos aquáticos: a pesca feita com redes e o intenso tráfego de embarcações.

Os pesquisadores estudam cerca de 90 golfinhos que vivem na região, que tem 15 quilômetros quadrados, sendo dois terços preservados por uma Unidade de Conservação. Nesse espaço, usado pelos animais para descanso e reprodução, pescadores não podem usar redes e o tráfego de barcos é controlado.

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