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A Prefeitura de Milão, na Itália, planeja ocupar o espaço vago nos tetos de diversas construções históricas da cidade com colmeias. Entre os prédios cogitados estão o Teatro Scala, o Castelo Sforzeco, o Aquário Cívico, o Palazzo Marino – sede do governo municipal – e museus como o Triennale, de Design e de História Natural. A ideia partiu da associação Milleapi (mil abelhas em italiano) e conselho de cidadãos que vivem no centro histórico de Milão.

A apicultura urbana é praticada em metrópoles como Nova York, Hong Kong, Tóquio e Paris, com o objetivo de aumentar a biodiversidade em centros urbanos e permitir a polinização de plantas e árvores nas grandes cidades.

Cada teto deverá receber seis colônias de abelhas e cinco quilos de cera biológica. O mel produzido será levado para um centro de apicultura próximo. “No ambiente urbano, não há os inseticidas usados na agricultura. Além disso, as cidades tendem a ter um clima mais ameno. Também não é preciso ter medo, já que as abelhas não são carnívoras como as vespas. Podemos escolher raças menos agressivas para povoar as colmeias urbanas”, explica Michele Taglibue, da associação Milleapi.

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