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Sob a orientação de treinadores, golfinhos que vivem no Aquário Nacional de Cuba, em Havana, ajudam a melhorar a qualidade de vida de crianças com necessidades especiais. Meninos e meninas com paralisia cerebral, síndrome de Down e autismo interagem com os cetáceos, como parte de um tratamento que ganhou o apelido de ‘golfinhoterapia’.

As crianças tocam, abraçam, alimentam e jogam bolas para os mamíferos aquáticos, que respondem movendo os focinhos e as nadadeiras ou fazendo piruetas. Esses exercícios psicomotores têm alcançado resultados surpreendentes. Desenvolvido desde 1997, o tratamento estimula a motricidade, o aprendizado, a linguagem e as relações humanas.

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