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As abelhas possuem células que ‘mascaram’ os efeitos dos pesticidas, apesar dos danos que o uso maciço desses produtos provoca nos insetos. A conclusão faz parte de uma pesquisa do departamento de biologia da Universidade de São Carlos, em São Paulo, apresentada durante o congresso latino-americano da Sociedade de Toxicologia Ambiental e Química, em Buenos Aires, Argentina.

Experimentos demonstraram que quando as abelhas são expostas a determinada concentração de inseticidas, as substâncias aceleram a atividade das células que atuam na filtragem e eliminação das toxinas. “Mesmo não se percebendo nenhuma alteração no cérebro ou na taxa de mortalidade e sobrevivência dos insetos, as células atacadas pelos pesticidas podem provocar outros prejuízos para a saúde das abelhas”, afirma o pesquisador Fábio Abdalla.

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