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Apicultores da região norte do Piauí descobriram uma forma inovadora de garantir renda com as abelhas. Além de recolherem mel, cera e própolis, os criadores passaram também a obter ganhos a partir do veneno existente no ferrão dos insetos. Ele produz a chamada apitoxina, componente de propriedades anti-inflamatórias que possui alto valor de mercado na indústria farmacêutica e de cosméticos.

Ao entrarem nas colmeias, as abelhas são estimuladas a dar ferroadas em vidros com fios de baixa voltagem e, assim, expelem o veneno. Depois, o vidro é retirado para que a toxina seja recolhida. Cada grama gira em torno de US$ 22. O produto é muito procurado para a fabricação de cremes faciais que aumentam elasticidade da pele e já ganharam o apelido de botox natural.

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