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O rompimento de duas barragens de rejeitos minerais na cidade de Mariana, em Minas Gerais, pôs em alerta ambientalistas e autoridades que cuidam do Parque Marinho de Abrolhos, santuário de baleias jubarte, golfinhos e outras 500 espécies. Isso porque o Rio Doce, que desagua na entrada para Abrolhos no Oceano Atlântico, foi tomado por uma enxurrada de lama misturada a material contaminado, antes mantido nas barragens.

Próximo à foz do Rio Doce, convivem jubartes, toninhas (golfinho mais ameaçado do Brasil), botos-cinza, tartarugas marinhas raras e peixes como dourados, meros e raias mantas. A chegada da água turva ao local está prevista para o próximo fim de semana. “Não sabemos a magnitude do impacto, já que não temos certeza da quantidade de lama que chegará”, afirma José Carlos Thomé, do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio).

Uma força-tarefa de ambientalistas já deslocou duas dúzias de ninhos de tartarugas de lugar, como medida preventiva.

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