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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) autorizou o reajuste de até 5,48% no valor dos planos de saúde individuais. O aumento, que vale para contratos firmados a partir de janeiro de 1999, poderá ser repassado pelas empresas a cerca de 6,2 milhões de clientes no Brasil. O preço maior já poderá ser cobrado a partir deste mês de maio.

Embora as companhias do setor tenham ficado desapontadas, pois aguardavam um percentual entre 7% e 8%, o reajuste ficou acima da inflação registrada em um ano – 4,73%. O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), Arlindo de Almeida, afirmou que o aumento permitido pela ANS é insuficiente para cobrir a elevação dos custos médicos e hospitalares no período.

“Foi um balde de água fria”, comparou Almeida, acrescentando que, de um ano para cá, as seguradoras foram obrigadas a cobrir 200 novos procedimentos. De acordo como o diretor-presidente da ANS, Fausto Pereira dos Santos, o percentual se baseou na estatística de reajuste dos planos coletivos.

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