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Um estudo de um grupo de pesquisadores brasileiros promete dar novo impulso à multiplicação de colônias de abelhas sem ferrão, grandes produtoras de mel com alto valor comercial. Larvas do inseto que dariam origem a abelhas-operárias são retiradas da colmeia e superalimentas em laboratórios até se desenvolverem como abelhas-rainha, bem mais produtivas. Artigo sobre esse trabalho é destaque na revista Apidologie, referência no setor.

A técnica de superalimentar lavras de operárias para torna-las rainhas já é conhecida há pelo menos 40 anos, mas os resultados eram muito baixos. Com as inovações feitas pelos cientistas, a taxa de sobrevivência das larvas alimentadas em laboratório chegou a 98%. A pesquisa foi realizada com abelhas da espécie Scaptotrigona depilis, conhecida como Mandaguari, que produzem grande quantidade de mel e são importantes polinizadoras de culturas como morango e café.

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