Notícias sobre Regulação


A Procuradoria da República fez uma série de exigências a 12 instituições públicas e privadas para evitar a extinção do boto-cinza nas baías de Sepetiba e de Ilha Grande, no litoral do Rio de Janeiro, área com maior população da espécie no mundo. O risco é que os animais desapareçam da região em dez anos, se nada for feito. De acordo com pesquisadores, em 2003 havia cerca de 1.300 botos-cinza naquele trecho da costa. Hoje, o número não passa de 800. As principais ameaças são as grandes redes de pesca e o aumento do tráfego de embarcações.

De 2013 a 2015, houve 170 mortes de botos na região. Só em janeiro deste ano, foram sete mortos. A procuradora da República Monique Chequer recomendou maior fiscalização por parte da Polícia Federal e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama). Ao Instituto Estadual do Meio Ambiente (Inea), foi sugerido maior rigor na concessão de licenciamentos.

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