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Apicultores do estado do Piauí descobriram uma forma lucrativa de explorar o veneno da abelha, produto utilizado na indústria farmacêutica e de cosméticos. Cada grama de pó do veneno é avaliado em US$ 22 (cerca de R$ 80). Estima-se que sejam produzidos pelo menos dois gramas de veneno de cada uma das 200 colmeias da região.

O processo de coleta não provoca danos aos insetos. Uma máquina é ligada a uma caixa com placas de vidro e fios eletrificados. Quando as abelhas deixam as colmeias, passam pelos fios, sofrem uma leve descarga elétrica e soltam o veneno nas placas de vidro. O passo seguinte é a secagem do veneno que, depois de colhido, pode ser transformado, por exemplo, em creme para rejuvenescimento de pele.

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