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Um dos últimos 35 botos-cinza que sobreviviam na Baía de Guanabara foi encontrado morto numa praia da Ilha do Governador, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro. Com 1 ano e 9 meses, o animal era um filhote e havia sido batizado de Acerola por especialistas do Laboratório de Mamíferos Aquáticos (Maqua), da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, que realizam há mais de duas décadas um trabalho de identificação, monitoramento e pesquisa dos cetáceos que vivem na Baía.

Peritos verificaram que havia cortes com faca no corpo do boto, o que indica que a causa da morte não foi natural. “Desde que começamos o trabalho de monitoramento, há 24 anos, foi a primeira vez que encontramos um animal morto intencionalmente”, lamentou o oceanógrafo do Maqua José Laílson. Segundo ele, na década de 80, havia mais de 400 botos-cinza na Baía de Guanabara.

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