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O mercado de cigarros contrabandeados avança de forma preocupante no Brasil. De acordo com pesquisa da consultoria Euromonitor International, proporcionalmente, o país é o segundo maior consumidor de cigarros ilegais no mundo, com uma média de 41% do total vendido em seu território, sendo superado apenas pela Malásia, com 51%.

O mesmo levantamento indica que, no ano passado, o comércio ilegal de tabaco aumentou 8%, enquanto o legal caiu 14%. A crise econômica pela qual vive o país é apontada como um dos motivos desse crescimento, já que o produto contrabandeado é mais barato, pois não incidem altos impostos sobre ele.

No entanto, há também falhas na fiscalização, mesmo com investigações como a que prendeu dez pessoas, no fim de junho, desarticulando uma quadrilha internacional de contrabandistas que faturava R$ 22 milhões (US$ 7 milhões) por mês.

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