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Apontado como um dos maiores contrabandistas de cigarros do Brasil, Roberto Eleutério da Silva, conhecido como Lobão, de 62 anos, começou a ser julgado em São Paulo. Ele e mais 20 pessoas, que foram presas em julho do ano passado, são acusadas pelos crimes de organização criminosa, corrupção e contrabando. A quadrilha chefiada por Lobão movimentava pelo menos R$ 22 milhões por mês (US$ 6,8 milhões), de acordo com a Polícia Federal.

As investigações revelaram que o grupo havia criado sete empresas de fachada para comprar e revender os cigarros contrabandeados do Paraguai. A quadrilha atuava no mercado ilegal há mais de 25 anos. Lobão foi preso pela primeira vez em 2003, quando foi condenado a 22 anos de cadeia, mas acabou solto após cumprir parte da pena.

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