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A apreensão de um carregamento de 500 caixas de cigarros falsificados, avaliado em R$ 500 mil (US$ 156 mil), em um depósito na Zona Oeste do Rio de Janeiro ajudou a polícia a desvendar um esquema que indica que uma quadrilha de milicianos está por trás do negócio ilegal. Os investigadores descobriram que os criminosos usam rotas idênticas a de traficantes de drogas: grande parte da carga sai do Paraguai e chega ao Rio pelas rodovias. Há suspeitas de que outra parcela do produto esteja sendo fabricada pelos próprios integrantes da milícia.

A polícia já descobriu lotes desses cigarros em quatro áreas da Zona Oeste do Rio. “Como a milícia tem uma lógica de terror paramilitar, ela obriga comerciantes a comprar essa mercadoria para vender em suas áreas. Além do contrabando pelo Paraguai, investigamos também a fabricação clandestina”, disse o delegado William Pena Júnior.

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