Notícias sobre Regulação


Suspeitos de ligações com grupos terroristas que vivem na região da Tríplice Fronteira – divisa do Brasil, Paraguai e Argentina – têm utilizado o contrabando de cigarros como forma de financiamento para atividades criminosas e lavagem de dinheiro. A informação – publicada em reportagem da revista Exame – faz parte de investigações da Polícia Federal brasileira, que apuram a presença de células do Hezbollah na região.

Segundo as investigações, a opção pelo comércio ilegal de cigarros se deve à alta lucratividade do negócio e também e ao menor risco: a pena para o crime é de dois a cinco anos de prisão, enquanto o tráfico de drogas varia de cinco a 15 anos.

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