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Assinado por 40 países, o Protocolo para a Eliminação do Comércio Ilícito de Produtos do Tabaco (ITP na sigla em inglês), documento da Organização Mundial de Saúde, deverá se tornar lei internacional ainda este ano. No entanto, especialistas acreditam que o documento terá pouco efeito prático na América Latina, onde apenas Brasil, Costa Rica, Equador, Nicarágua, Panamá e Uruguai aderiram.

“Seria fundamental a adesão do Paraguai, que agora tem um novo governo, pois o país produz 60 bilhões de cigarros por ano, mas o consumo interno e a exportação legal chegam a no máximo 7,5 bilhões. Ou seja: 52 bilhões de unidade são contrabandeadas”, destaca o presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial, Edson Vismona.

Segundo ele, o protocolo pode ser mais um elemento para que o Brasil intensifique a integração das forças de segurança no combate ao contrabando.

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